Este site utiliza cookies Política de Privacidade Clique para aceitar os termos de uso.
Accept
Portal Amazonense
  • Principal
  • Expressão
    • Saullo Vianna
Reading: Votação sobre criminalização da misoginia é adiada para a primeira semana de julho, diz Talíria Petrone
Compartilhar
Portal AmazonensePortal Amazonense
Aa
Search
  • Principal
  • Expressão
    • Saullo Vianna
Have an existing account? Sign In
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Portal Amazonense > Blog > Nacional > Votação sobre criminalização da misoginia é adiada para a primeira semana de julho, diz Talíria Petrone
Nacional

Votação sobre criminalização da misoginia é adiada para a primeira semana de julho, diz Talíria Petrone

Redacao 4 meses atrás
Compartilhar
Compartilhar

Deputada afirma que urgência e mérito da proposta não serão votados em 16/06/2026 e que texto seguirá em debate.

Em 16/06/2026 – 17:38, na Câmara dos Deputados, a deputada Talíria Petrone (Psol-RJ), vice-líder da federação Rede-Psol, afirmou que a votação da proposta que criminaliza a misoginia (PL 896/23) será adiada para a primeira semana de julho. Segundo ela, nem a urgência nem o mérito do texto serão votados nesta terça-feira (16).

Motivos e posicionamento da oposição

Petrone explicou que a oposição é contra alguns dispositivos da proposta e não vê justificativa para a urgência. Conforme a deputada, há pontos sobre liberdade religiosa que o bloco oposicionista quer explicitar no texto.

“Tem um tema mais sensível da liberdade religiosa que a oposição quer explicitar no texto, mas me parece que há um desejo da extrema direita de ter a liberdade para agredir mulheres. Nem no âmbito das igrejas é possível agredir mulheres. Isso não é de esquerda nem de direita, é da dignidade humana. Já chegamos a um texto possível, não o ideal”, afirmou a parlamentar.

Conteúdo do projeto e origem do texto

A proposta debatida é o PL 896/23, apresentada e coordenada pelo grupo de trabalho liderado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP). Petrone disse que o texto de Tabata Amaral não é o ideal, mas é o possível, e que há esforço para avançar na discussão.

O projeto já foi aprovado pelo Senado e equipara a misoginia ao crime de racismo, tornando-a inafiançável e imprescritível. O texto prevê penas de 2 a 5 anos de prisão e tem como objetivo combater discursos de ódio e discriminação baseada na crença de supremacia masculina.

Caso citado pela deputada

Petrone citou o caso da jovem que morreu após ser jogada de uma ponte sem corda em um salto de rope jump em São Paulo e que, depois de morta, foi atacada nas redes sociais. O episódio foi mencionado como exemplo dos riscos associados a manifestações de violência e desprezo contra mulheres.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

Assuntos nesse artigo:
#misoginia, #pl89623, #taliriapetrone, #tabataamaral, #camaradosdeputados, #psol, #psb, #votacao, #urgencia, #merito, #liberdadereligiosa, #violenciadomestica, #crime, #racismo, #inafiancavel, #imprescritivel, #2a5anos, #discursodeodio, #supremaciamasculina, #saopaulo, #ropejump

Assuntos Nacional

Find Us on Socials

Leia Também

Projeto de lei autoriza conselhos regionais de medicina a punir empresas por atraso no pagamento de médicos

Por Redacao 20 horas atrás

Projeto de lei institui Programa Nacional de Educação para proteção e bem-estar animal em todo o país

Por Redacao 22 horas atrás

Projeto propõe isenção de exames médicos para candidatos de baixa renda e doadores de medula em concursos públicos

Por Redacao 23 horas atrás

Projeto de Lei 3007/26 autoriza prefeituras a alterar uso de áreas públicas criadas por loteamentos urbanos

Por Redacao 24 horas atrás

Projeto na Câmara exclui remuneração de jovem aprendiz do cálculo do Bolsa Família para evitar perda de benefício familiar

Por Redacao 1 dia atrás

Congresso analisa crédito extraordinário de R$ 7,52 bilhões para subsídios à importação e produção de combustíveis em 2026

Por Redacao 1 dia atrás
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?